quarta-feira, 24 de julho de 2013

JESUS, O MODELO IDEAL DE HUMILDADE

Texto Áureo: Fp. 2.5
Leitura Bíblica: Fp. 2.5-11
INTRODUÇÃO
Na última aula destacamos que a humildade é uma das características do cristão, condição necessária para a unidade da igreja. Na de hoje aprofundaremos esse tema, apontando Cristo como o modelo ideal de humildade. Inicialmente destacaremos a humilhação de Cristo, em seguida sua exaltação, e ao final, a necessidade de vivermos, como cristão, na mesma humildade.

1. O CRISTO HUMILHADO
O texto bíblico tem sido amplamente debatido entre os estudiosos das Escrituras, muito usado para explanar a doutrina da kenosis, isto é, do esvaziamento de Cristo. Mas esse não é o foco principal dessa passagem, tendo em vista que Paulo estava orientando em relação a um problema prático na igreja de Filipos. Isso não deve ser motivo para desconsiderar o estudo teológico, apenas mostra que a teologia precisa está vinculada à prática. Os problemas não podem ser solucionados somente com base nas nossas experiências. A doutrina bíblica é o alicerce a partir do qual a liderança toma as decisões na igreja. É nesse sentido que a doutrina da kenosis (gr. Esvaziamento) tem como objetivo orientar os cristãos à humildade. Cristo abriu mão de usar seus atributos divinos em causa própria. Mesmo “subsistindo” (gr. hyparquein) em forma (gr. morphe) de Deus (Fp. 2.6), e sendo o Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis (Cl. 1.16), “não julgou como usurpação o ser igual a Deus”, isto quer dizer que Ele não considerou a sua igualdade a Deus, antes, por amor aos homens, decidiu esvaziar-se. Esse esvaziamento, verbo grego kenou, revela que Ele não deixou de ser Deus, nem mesmo que perdeu seus atributos, mas renunciou Sua glória celestial (Jo. 17.5). Isso para assumir a forma de servo (Fp. 2.7), nos evangelhos Ele se apresenta como um servo (Mt. 20.27; Mc. 10.45; Lc. 22.27). Quando os discípulos quiseram ser uns maiores do que outros, o Senhor radicalizou, pegou uma toalha e uma bacia e lavou os seus pés (Jo. 13.1-13). Cristo tomou a forma real de homem, não era apenas aparente, como defendiam os adeptos do docetismo gnóstico. Ele era homem tanto internamente quanto externamente, tornando-se semelhante a Adão, mas sem pecado. Ele também se fez semelhante (gr. homoioma), isso mostra que Cristo não tinha apenas sentimentos e intelecto humanos (gr. morphe), tinha também aparência humana. A realização extrema dessa humilhação foi demonstrada em Seu sacrifício (Fp. 2.8). Cristo foi obediente até a morte, e morte de cruz, para remover o pecado (I Pe. 2.24; II Co. 5.21).

2. O CRISTO EXALTADO
Para ser exaltado primeiramente Cristo precisou sacrificar-se, essa é uma lição para nós, o caminho da exaltação passa pelo vale da humilhação. A Bíblia revela que Deus exalta aqueles que se humilham (Mt. 23.13; Lc. 14.11; 18.14; Tg. 4.10; I Pe 5.6). Jesus não ficou na sepultura, Deus o ressuscitou de entre os mortos (At. 2.33; Hb.1.3), dando-LHE “toda autoridade no céu e na terra” (Mt. 28.18). A máxima bíblica, que não pode ser esquecida, principalmente nessa geração da projeção pessoal, é: “... todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado” (Lc. 18.14). Essa exaltação de Cristo não foi uma restituição da Sua divindade, pois essa Ele nunca perdeu, mas da Sua glória, que tinha antes que houvesse mundo (Jo. 17.5,6). Ele foi exaltado “sobremaneira” (gr. hyperhypsoun), tendo ultrapassado os céus (Hb. 4.14), feito mais alto que os céus (Hb. 7.26) e subindo acima de todos os céus (Ef. 4.10). A Sua exaltação demanda uma atitude daqueles que nEle creem, os quais devem reconhecer Seu senhorio (Fp. 2.10). A igreja, na condição de súdita do Reino de Deus, já se encontra diante do Senhor, mas, no futuro, quando o Reino for pleno, toda língua confessará que Jesus é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores (Fp. 2.11; Ap. 5.13). Os apóstolos pregavam a respeito do senhorio de Cristo, mais que isso, eles viveram em submissão, reconhecendo Seu governo (At. 2.36; Rm. 10.9; Ap. 17.14; 19.16). Uma das primeiras confissões de fé da igreja cristã foi: Cristo é o Senhor, revelando Sua soberania. Isso significa que Ele está no comando de todas as coisas, nada ocorre sem Sua permissão. Muitos cristãos pregam a salvação, reconhecem Cristo como Salvador, mas não como Senhor. A igreja não pode esquecer essa doutrina fundamental das Escrituras: Cristo reina, portanto, devemos nos submeter à Sua voz. 

3. UM MODELO IDEAL
O triunfalismo está destruindo o modelo bíblico para a igreja cristã, não poucos líderes estão obcecados pelo poder temporal. Ninguém quer mais servir, alguns pastores acham-se quase deus, esqueceram que são, antes de tudo, diáconos (servos), tanto de Cristo quanto da igreja. Esse endeusamento acaba por provocar um desejo contido, uma neurose eclesiástica coletiva, implicando em doença no contexto da igreja. Os membros não querem ser diáconos, presbíteros nem pensar, evangelistas, talvez, mas a preferência nacional mesmo é a de ser pastor. Isso sem falar naqueles que são apóstolos, bispos, e se brincar, semideuses, em uma luta desenfreada para ser o maior. Paradoxalmente Jesus ensinou justamente o contrário, que quem quiser ser o maior deve ser o menor. A atuação dos membros na igreja deve está alicerçada no princípio da funcionalidade, isso porque somos partes de um mesmo corpo, com múltiplas funções, dependendo das necessidades (I Co. 12.12). O sistema eclesiástico torna-se doentio quando a hierarquia resulta em um fim em si mesmo. Os espaços são limitados, e as pessoas disputam as posições de poder. O resultado é pura carnalidade, conflitos infindos que se arrastam, na medida em que um derruba o outro, mirando assumir sua posição. Esse sistema alimenta muita inveja, faz com que as pessoas não estejam dispostas a servir, mas a bajular. Elas se aproximam das pessoas não porque as amam, ou porque lhes desejam bem, mas por interesse, a fim de tirar algum proveito. Diante desse quadro, precisamos recuperar o modelo bíblico da liderança servidora. Os pastores das igrejas locais precisam dar o exemplo, cultivar uma cultura bíblica do serviço, motivar os crentes a se colocarem a disposição uns dos outros, com genuíno amor cristão. As posições de liderança são bíblicas, e os pastores devem ser respeitados como tais, aqueles que se dedicam à Palavra, dignos de redobrada recompensa (I Tm. 5.17), mas devem ter cuidado para não se transformarem em celebridades evangélicas, alimentando um sistema fadado ao fracasso espiritual.

CONCLUSÃO
Cristo é o maior modelo de humildade, Ele conviveu com a disputa pelo poder nos tempos dos apóstolos. Os discípulos já sofriam da síndrome do espírito de grandeza, cada um queria ser maior que o outro. Paulo também teve que enfrentar esse problema em Filipos, e nós, nos deparamos com situações de disputas por posição a todo instante. Mas precisamos ter equilíbrio espiritual, e não esquecer, que, tal como Jesus, não fomos chamados para ser servidos, mas para servir (Mc. 10.45).

ELABORADO POR: Profº. José Roberto A. Barbosa

BIBLIOGRAFIA
BOICE, J. M. Philippians. Michigan: BakerBooks, 2000.

LOPES, H. D. Filipenses. São Paulo: Hagnos, 2007.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Assembléia de Deus em Joinville Lança mais um Curso

Aconteceu nesta segunda feira(15/07/2013) a aula inaugural do CCOM - Mestre nas dependência do Centro de Capacitação e Orientação Ministerial vinculado ao Departamento da Escola Bíblica Dominical da IEADJO. 
Mais de 45 alunos na sala, motivados e empolgados com relação ao ensino bíblico: professores, pastores, líderes de várias regiões de Joinville com o objetivo de melhor servir no Reino de Deus. Cada aluno teve a oportunidade de se expressar durante uma dinâmica de apresentação e as frases mais ouvidas foram:"Vim participar desse curso do CCOM para aperfeiçoar o meu chamado", "Quero realizar algo no Reino de Deus e preciso aprender mais!" 
Estiveram presentes na aula inaugural os seguintes pastores: Pr. Natanael de Melo (vice-presidente da IEADJO) representando o pastor presidente e pastor Josias Rosa diretor da EBD.
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 14 de abril de 2013

O DEPARTAMENTO DE CURSOS E TREINAMENTO DA EBD DE JOINVILLE REESTRUTURADO

A Escola Biblica Dominical liderada pelo seu diretor Pr. Josias Rosa realizou nesta sexta feira (12/04/2013) no templo sede da IEADJO, a reunião mensal da Diretoria e Coordenadores Distritais da EBD. O diretor da EBD apos apresentar novos obreiros que passaram a fazer parte do quadro de Coordenadores Distritais e  fazer alguns comentários sobre o andamento da EBD em Joinville apresentou o Pb Alinor dos Santos  para integrar ao departamento para exercer a função de Diretor do CCOM(centro de Capacitação e Orientação Ministerial) que tem por finalidade reestruturar e administrar os cursos já existentes no EBD (CPOC, CPLAD, CSED, COMPED) bem como a criação de novos cursos. A referida reestruturação teve o apoio do seu pastor presidente Pr. Sergio Melfior. A administração do CCOM fica localizado na Rua Plácido Olímpio de Oliveira, 973 (no estacionamento do Templo Central). 



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

OBADIAS - O PRINCÍPIO DA RETRIBUIÇÃO



Texto Áureo: Ob. 1.15
Leitura Bíblica: Ob. 1.1-4, 15-18



INTRODUÇÃO
Vivemos em um mundo marcado pela injustiça, não poucas vezes as pessoas que seguem a Deus são alvo de perseguições. Na aula de hoje, através das palavras de Obadias, aprenderemos que o Senhor é Aquele que julga com retidão. A principio destacaremos aspectos contextuais do livro de Obadias, em seguida, sua mensagem, e ao final, sua aplicação para os dias atuais.

1. ASPECTOS CONTEXTUAIS
Obadias foi um profeta de Judá que pronunciou o castigo de Deus contra a nação de Edom. Existem duas datas prováveis para sua mensagem profética: 855 e 840, durante o reinado de Jeorão em Judá, ou talvez durante o ministério de Jeremias, por volta de 627 e 586 a. C. Pouco se sabe a respeito de quem foi Obadias, sabemos apenas que seu nome significa “servo” ou “adorador”. O propósito é mostrar que Deus é Aquele que julga os que afligem o Seu povo. O versículo-chave se encontra em Ob. 1.15: “porque o dia do SENHOR está perto, sobre todas as nações; como tu fizeste, assim se faça contigo; a tua maldade cairá sobre a tua cabeça”. O estilo literário do livro se assemelha a um cântico fúnebre de condenação, e está repleto linguagem poética. A mensagem se dirige aos edomitas, uma nação vizinha de Judá, ao sul, que tinham fronteiras comuns. Isso acirrava a disputa entre essas nações, os edomitas não gostavam de Judá. Nessa época a capital de Edom era Sela, uma cidade considerada invencível, tendo em vista sua localização em penhascos, com acesso apenas por meio de um desfiladeiro sinuoso. Por causa disso os edomitas eram orgulhosos e presunçosos. Eles achavam que jamais seriam vencidos por qualquer poderio inimigo. A autossuficiência os conduziu à ruina, a segurança se mostrou aparente quando lhe sobreveio o juízo divino. O livro de Obadias, que é o menor do Antigo Testamento, contendo apenas um capítulo, pode ser assim estruturado: O julgamento pronunciado contra Edom (Ob. 1-14); O resultado do julgamento (Ob. 15-18); e A possessão de Edom por Judá (Ob. 19-21).

2. A MENSAGEM DE OBADIAS
A mensagem de Obadias destaca a inimizade entre Judá e Edom e prefigura, através da destruição desta nação, o julgamento que sobrevirá sobre todas as nações que se oporão a Israel. Obadias denuncia a soberba humana das nações, tendo em vista que essa soberba – zadon em hebraico – alimenta a falsa esperança nos métodos humanos (v. 3,4). A soberba é decorrente da prosperidade humana, da crença de que é possível subsistir sem a providência divina. A posição social dos edomitas fez com que eles achassem que jamais seriam destruídos. Mas “naquele dia” ou, “no Dia do Senhor”, quando Deus julgar as nações, no tempo vindouro, a opulência da nação terá o seu fim. A causa desse julgamento será a violência – hamas em hebraico - “feita a seu irmão Jacó” (v. 10). Israel sofreu vários ataques ao longo da história, destacamos alguns deles: pelo Egito (I Rs. 14.25-28), pelos filisteus e árabes (II Cr. 21.16,17), pelos sírios (II Cr. 24.23,24); por Edom (II Rs. 14.7-14); por vários inimigos na época de Acaz (II Cr. 29.8,9), pela Assíria(II Rs. 18-19) e pelos babilônicos (II Cr. 36.15-22). O ataque dos inimigos produziu regozijo nos edomitas, eles celebravam as invasões sobre Judá. Por causa disso, o Senhor estabelece o princípio da retribuição: “como tu fizeste, assim se fará contigo”. Há ainda uma promessa para o futuro, na dimensão escatológica, virá a paz sobre o povo de Deus. A salvação se espalhará desde o monte Sião, quando, ao final, o Senhor reestabelecerá o Reino na terra. Essa é mais uma alusão profética ao período do milênio, que se concretizará quando Cristo volta, com poder e grande glória, para reinar (Ap. 19).  

3. PARA HOJE
O orgulho é a destruição de todo ser humano, e muitas igrejas também padecem desse terrível mal. Jesus alertou a igreja de Laodiceia porque essa se achava autossuficiente (Ap. 3.17). Algumas igrejas ostentam a sua riqueza, do seu número de membros, influência política, entre outros males. Não sabem elas que Jesus está do lado de fora, batendo à porta, sem oportunidade para entrar. Não podemos esquecer que o pecado de Satanás foi exatamente o do orgulho, pois este quis subir até o lugar do Altíssimo, o final foi a sua queda (Is. 14.14). A orientação de Deus, para o Seu povo, é a de humildade, como demonstração da nossa dependência dEle. Conforme está escrito em II Cr. 7.14: “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”. Esse é um texto específico para Israel, mas com aplicação para a Igreja dos dias atuais. Se confiarmos menos em nossas potencialidades humanas e dependermos mais de Deus, veremos as coisas grandiosas que Ele realizará através de nós. Para tanto, precisamos voltar a orar (I Ts. 5.17), pois a falta de oração é uma das manifestações mais concretas do distanciamento de Deus. Não podemos esquecer que sem Cristo nada poderemos fazer (Jo. 15.5). Ao invés de desejarmos o mal aos nossos irmãos, e até mesmo aos inimigos, devemos edificar uns aos outros em amor (Ef. 5.12; Gl. 6.1) e orar por aqueles que nos perseguem (Mt. 5.44).

CONCLUSÃO
Em mundo repleto de injustiças, somos tentados, a todo instante, a desejar o mal aos outros. Os salmos imprecatórios chegam à ponta da nossa língua, a fim de desejar que o pior aconteça àqueles que nos perseguem. Não devemos sequer nos alegrar com a ruína do inimigo, antes orar por ele e desejar que tenha a oportunidade de voltar-se para Deus (Pv. 24.17,18). Como cristãos devemos saber que a vingança pertence a Deus (Dt. 32.35; Rm. 12.19), pois Ele, em tempo oportuno, nos livrará da perseguição e retribuirá o mal de acordo com Sua justiça (Pv. 20.22). A lei “olho por olho e dente por dente” está debaixo da soberania divina, e do “porém” de Jesus (Mt. 5.38,39).

ELABORADO POR: Profº. José Roberto A. Barbosa

BIBLIOGRAFIA
BOICE, J. M. The minor prophets. Grand Rapids: Bakerbooks, 2006.
BAKER, D. W., ALEXANDER, T. D. STURZ, R. J. Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque e Sofonias: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2001.

FONTE: www.subsidioebd.blogspot.com

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

ENCOEBD/2012



Aconteceu nos dias 19 a 21 de outubro em Joinville/SC o Encontro de Colaboradores da Escola Bíblica Dominical (ENCOEBD/2012). O ENCOEBD é um evento bienal da AD em Joinville-SC, igreja liderada pelo pastor Sérgio Melfior, que também é o secretário da Convenção Catarinense (CIADESCP).

O tema abordado foi “Ensinando a Palavra e Formando Discípulos”, com base em Mt. 28:19,20 onde está escrito:Portanto ide, fazei discipulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espirito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. 

Pastores, Líderes de EBD e Discipulado, e professores de todas as faixas etárias participaram das palestras. Os temas abordados Foram:

- Culto de Abertura – (Ev. Sandro Vieira/SC)
- Responsabilidade do Educador Cristão: Ensinar para Transformar Vidas (Pr. Altair Germano / PE)
- O Ofício de Professor de Escola Dominical: Um Ministério em Construção (Pr. Esdras Bentho /RJ)
- Vós sois o Sal da Terra (Pr. Rômulo Tavares /PR)
- Processos Criativos para Professores de Jovens e Adolescentes (Prof. Allan Henrique Gomes /SC)
- Educar e Discipular a Herança do Senhor (Profª Gisele de Souza /SC)
- Formando Discípulos Discipuladores na EBD (Pr. Mário Sérgio/RN)
- Discipulado Alavanca do Crescimento (Joray Jossué Carlesso/SC)
- Capacitação de líderes de criança Chamados para o Ministério Infantil (Karla Maria de Sena/SC)
- Ensino, Mandamento Divino (Ivone de Souza/SC)
- Leitura e Contação de História para os Pequeninos do Rebanho (Jacqueline Schalm/SC)
- Jesus o maior Pedagodo de Todos os Tempos (Barbara M. Garcia/SC)
- Louvor e Devocional ( Marcos Henrique e Banda/SC)

As palestras foram ministradas no Templo Sede da AD em Joinville e na Associação Catarinense de Ensino. A organização e supervisão do evento ficaram por conta dos pastores Josias Rosa (Diretor da EBD) e Aguinaldo Luis (Vice-Diretor da EBD), que contaram com o apoio de uma grande e competente equipe.

O diretor da Escola Dominical, pastor Josias Rosa, informou que o ENCOEBD/2012 contou com a participação de 870 educadores inscritos e um grande numero de assistentes. Em seguida demonstrou a sua alegria e satisfação, destacando que o evento alcançou seus objetivos que são o aprimoramento e capacitação dos nossos professores para o exercicio do magistério cristão.

O Pr. Sérgio Melfior, presidente da IEAD-Joinville, demonstrou bastante satisfação ao fazer seus comentários sobre o evento.

O Evento foi encerrado num clima de espiritualidade seguido de Sorteios de varios Livros, Bíblias, Tabletes e Notebook.

domingo, 2 de setembro de 2012

COMPED EM SÃO MATEUS DO SUL/PR


Aconteceu nos dias 25 e 26 de agosto do corrente ano mais um COMPED (Curso de Orientação e Motivação para Professores e Lideres de Departamentos), desta feita o evento foi na cidade de São Mateus do Sul/PR. O propósito do convite foi o terceiro simpósio de Escola Dominical do campo de São Mateus do Sul. A Equipe foi formada pelos seguintes palestrantes: Mestra Inês Pozzagnolo Leite Coordenadora do COMPED, Pr. Agnaldo Luis Pereira Vice Diretor da EBD da IEAD Joinville, Elizabeth Conceição Coordenadora do CPOC (Curso Preparatório de Orientadores de Crianças), Maria Aparecida Dias (Secretária do CPOC) e Pb. Tertuliano Moreira Leite da EBD do distrito 12.
A Direção da EBD da IEAD Joinville na pessoa do Ev. Josias Rosa agradece ao Pr Osvaldo Rodrigues de Jesus Presidente da Assembléia de Deus em São Mateus do sul/PR e seu Superintendente de Escola Dominical Pb. Gilberto da Luz pelo convite feito a nossa equipe. Agradece também a equipe do COMPED liderada pela Profª Inês Pozzagnolo Leite, bem como ao nosso Pastor Presidente Sergio Melfior pelo apoio prestado ao departamento da EBD em Joinville, dando liberdade para que a equipe realizasse o referido evento.
A Deus Seja toda a Glória...

DEVOCIONAL DIÁRIO EBD 07